ESPAÇO DA MEDITAÇAO 31/08/2009

Segunda, 31 de agosto de 2009.


A Lei da Administração Divina


"Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa." João 4:35


O poder humano não estabeleceu a obra de Deus, nem tem o humano poder para destruí-la. Para os que levam avante a Sua obra enfrentando dificuldade e oposição, Deus dará a guia e a guarda constantes dos Seus santos anjos. Sua obra na Terra nunca cessará. A construção do templo espiritual prosseguirá, até ficar terminada e ser trazida a pedra angular, com brados de “Graça, graça a ela”.
O cristão deve ser um benefício aos outros. Assim ele mesmo será beneficiado. “Quem dá a beber será dessedentado” (Pv 11:25). Essa é a lei da administração divina – lei pela qual Deus determina que as torrentes de beneficência sejam mantidas, quais águas do grande abismo, em constante circulação, retornando perpetuamente a sua fonte. Na fidelidade a essa lei reside o poder das missões cristãs.
Fui instruída que, em todos os lugares, através de sacrifício próprio e urgentes esforços, onde foram providenciados locais para o estabelecimento e o desenvolvimento da obra, e o Senhor a fez prosperar, os que estão nesses lugares devem dar de seus meios para ajudar os servos de Deus que foram enviados para novos campos. Onde a obra foi estabelecida sobre uma boa fundação, os crentes devem se sentir na obrigação de ajudar os que estão em necessidade, transferindo, ainda que com grande sacrifício, uma porção ou recursos correspondentes aos que foram investidos em favor da obra em sua localidade. É dessa maneira que o Senhor providenciou para que Seu trabalho cresça. Essa é a correta lei da restituição (T7, p. 170).

ESPAÇO DA MEDITAÇAO 30/08/2009

Domingo, 30 de agosto de 2009.


Eficiência e Consagração


"Quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir." João 16:13


Cada dia que passa nos leva para mais perto do fim. Mas, leva-nos, também, para mais perto de Deus? Estamos vigilantes em oração? As pessoas com quem nos associamos dia a dia precisam de nosso auxílio, nossa guia. Podem estar em tal estado de espírito que uma palavra oportuna lhes seja, pela atuação do Espírito Santo no coração, como um ponto de apoio em lugar firme. Amanhã, talvez, algumas dessas pessoas possam estar onde nunca mais as poderemos alcançar. Qual é a nossa influência sobre esses companheiros de jornada? Que esforço estamos fazendo para ganhá-los para Cristo?
O tempo é breve, e nossas forças têm que ser organizadas para produzir uma obra maior. Há necessidade de obreiros que compreendam a grandeza do trabalho, e nele se empenhem, não por amor ao salário que recebem, mas por saberem da proximidade do fim. O tempo demanda maior eficiência e mais profunda consagração. Oh! estou tão preocupada com esse assunto que clamo a Deus: “Suscita e envia mensageiros possuídos do sentimento de responsabilidade, mensageiros em cujo coração tenha sido crucificada a idolatria do próprio eu, a qual faz parte do fundamento de todo pecado.” [...]
Pondo em Deus nossa confiança, devemos avançar constantemente, fazendo Sua obra com abnegação, com humilde confiança nEle, submetendo-nos, bem como nosso presente e futuro a Sua sábia providência, conservando firme o princípio de nossa confiança até o fim, lembrando que não é pelos nossos merecimentos que recebemos as bênçãos do Céu, mas pelos méritos de Cristo e por nossa aceitação da abundante graça de Deus, através da fé nEle (T9, p. 27, 29).

ESPAÇO DA MEDITAÇAO 29/08/2009

Sábado, 29 de agosto de 2009.

O Solo do Coração



"Semeai para vós outros em justiça, ceifai segundo a misericórdia; arai o campo de pousio; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que ele venha, e chova a justiça sobre vós." Oséias 10:12

Quero encorajar aos que estão em posições de responsabilidade que despertem para o seu dever, e que não coloquem em perigo a causa da presente verdade empregando homens e mulheres ineficientes para fazer a obra de Deus. Queremos aqueles que estão dispostos a ir para novos campos e fazer o serviço difícil para o Senhor.
Lembro-me de ter ido visitar Iowa ao tempo em que o país era novo, e vi os fazendeiros revolvendo o solo novo. Observei que usavam pesadas juntas de bois, e faziam tremendos esforços para fazerem sulcos profundos, mas os trabalhadores adquiriam resistência e músculos pelo exercício de suas faculdades físicas. Tornará fortes nossos jovens o irem para campos novos, e cultivar o campo não cultivado de corações humanos. Essa obra os levará para mais perto de Deus. Ela os ajudará a ver que, de si mesmos, são de todo ineficientes, que devem ser por completo do Senhor. [...]
Aconselho-os a usarem colírio, para que possam discernir o que Deus quer que façam. Muitos sermões sem Cristo têm sido pregados. Uma exibição de palavras sem poder apenas confirma as pessoas em sua apostasia. Que Deus nos ajude, para que Seu Espírito seja manifesto entre nós. Não devemos esperar até chegarmos ao lar para obter as bênçãos do Céu. Os pastores devem começar aqui mesmo a buscar a Deus com o povo e a trabalhar do ponto de vista certo. Aqueles que estão no trabalho por muito tempo têm estado extremamente satisfeitos em esperar pelo derramamento da chuva serôdia para lhes reavivar.
Nós somos o povo que, como João, deve preparar o caminho para o Senhor; e, se estamos preparados para a segunda vinda de Cristo, devemos trabalhar com toda diligência para preparar outros para o segundo advento de Cristo, como fez o precursor de Cristo para o Seu primeiro advento, chamando homens e mulheres ao arrependimento. [...] Que Deus nos ajude a buscar as Escrituras por nós mesmos, e quando todos nós estivermos cheios da verdade de Deus, ela fluirá como água de uma fonte viva (RH, 8/10/1889).

ESPAÇO DA MEDITAÇAO 28/08/2009

Sexta-feira, 28 de agosto de 2009.


Fonte Inesgotável de Instrução


"Onde você estava quando lancei os alicerces da Terra? Responda-Me, se é que você sabe tanto. Quem marcou os limites das suas dimensões? Talvez você saiba! E quem estendeu sobre ela a linha de medir?" Jó 38:4, 5, NVI

Aos cuidados de Adão e Eva foi confiado o jardim, “para o lavrar e o guardar” (Gn 2:15). Conquanto fossem ricos em tudo que o Possuidor do Universo pudesse proporcionar, não deveriam estar ociosos. Foi-lhes designada uma útil ocupação, como uma bênção, para fortalecer-lhes o corpo, expandir a mente e desenvolver o caráter.
O livro da natureza, que estendia suas lições vivas diante deles, ministrava uma fonte inesgotável de instrução e deleite. Em cada folha da floresta, ou pedra das montanhas, em cada estrela brilhante, na terra, no mar e no céu, estava escrito o nome de Deus. Tanto com a criação animada como com a inanimada; ou seja, com a folha, flor e árvore, e com todos os viventes desde o leviatã das águas até ao ser microscópico em um raio de luz, entretinham os habitantes do Éden conversa, juntando de cada um o segredo de seu viver. A glória de Deus nos céus, os incontáveis mundos nas suas sistemáticas revoluções, o “equilíbrio das grossas nuvens” (Jó 37:16), os mistérios da luz e do som, do dia e da noite – tudo era objeto para estudo, aos alunos da primeira escola terrestre. [...]
Ao sair das mãos do Criador, não somente o Jardim do Éden, mas a Terra toda era eminentemente bela. Mancha alguma do pecado, nem sombra de morte, deslustravam a linda criação. A glória de Deus cobria “os céus, e a Terra encheu-se do Seu louvor” (Hc 3:3). [...]
O Jardim do Éden era uma representação do que Deus desejava se tornasse a Terra toda; e era Seu intuito que, à medida que a família humana se tornasse mais numerosa, estabelecesse outros lares e escolas semelhantes à que Ele havia dado. Dessa maneira, com o correr do tempo, a Terra toda seria ocupada com lares e escolas em que as palavras e obras de Deus seriam estudadas e onde os estudantes mais e mais ficariam em condições de refletir pelos séculos sem fim a luz do conhecimento de Sua glória (Ed, p. 21, 22).

ESPAÇO DA MEDITAÇAO 27/08/2009

Quinta-feira, 27 de agosto de 2009.


Cultivo do Solo


E eis que a videira [...] em boa terra, à borda de muitas águas, estava [...] plantada, para produzir ramos, e dar frutos, e ser excelente videira. Ezequiel 17:7, 8

O sistema do dízimo foi instituído pelo Senhor como o melhor arranjo para ajudar as pessoas a executarem os princípios da lei. Se essa lei fosse obedecida, às pessoas seria confiada toda a vinha, toda a terra. [...]
Os seres humanos deviam cooperar com Deus na restauração da saúde da doentia terra, para que esta rendesse louvor e glória ao Seu nome. E conforme a terra que possuíam, se manejada com habilidade e zelo, produzisse seus tesouros, de igual modo seus corações, se controlados por Deus, refletiriam Seu caráter. [...]
Nas leis que Deus deu para o cultivo do solo, Ele estava dando ao povo a oportunidade de vencer o egoísmo e pensar nas coisas celestiais. Canaã seria para eles como o Éden se obedecessem à palavra de Deus. Através deles o Senhor planejava ensinar todas as nações do mundo como cultivar o solo para que produzisse fruto saudável, sem doenças. A terra é a vinha do Senhor, e deve ser tratada conforme o Seu plano. Os que cultivavam o solo deviam perceber que estavam fazendo a obra de Deus. Estavam em seu terreno e lar exatamente como os homens chamados para ministrar no sacerdócio e na obra associada ao tabernáculo. Deus disse ao povo que os levitas eram um presente para eles e, não importava qual a sua ocupação, deviam ajudar a sustentá-los (SDABC1, p. 1112).
Por desobediência a Deus, Adão e Eva perderam o Éden, e por causa do pecado toda a Terra foi amaldiçoada. Mas se o povo de Deus seguisse as instruções, sua terra seria restaurada à fertilidade e beleza. Deus mesmo lhes dera ensinos quanto à cultura do solo, e deveriam cooperar em sua restauração. Assim, toda a Terra, sob a direção de Deus, se tornaria uma lição objetiva da verdade espiritual. Assim como, em obediência às leis naturais, a terra deve produzir seus tesouros, da mesma forma, como em obediência à Sua lei moral o coração do povo deveria refletir os atributos de Seu caráter em obediência à Sua lei moral. Até os pagãos reconheceriam a superioridade dos que servem e adoram o Deus vivo (PJ, p. 289).

ESPAÇO DA MEDITAÇAO 26/08/2009

Quarta, 26 de agosto de 2009

A Noite da Terra


"Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente." Daniel 12:3

A obra que nos foi confiada é importante, e nela são necessários homens sábios, abnegados, pessoas que compreendam o que significa dedicar-se a desinteressados esforços para salvar os perdidos. Mas não há necessidade do serviço de homens mornos; pois tais pessoas Cristo não pode usar. Necessitam-se homens e mulheres cujo coração se comova ante o sofrimento humano e cuja vida dê prova de que estão recebendo e comunicando luz, vida e graça.
O povo de Deus deve aproximar-se de Cristo, em abnegação e sacrifício, tendo como único alvo dar a todo o mundo a mensagem de misericórdia. Alguns trabalharão de um modo, e outros de outro, conforme o Senhor os chamar e guiar. Mas todos devem lutar juntos, procurar fazer do trabalho uma unidade perfeita. Pela pena e pela viva voz devem trabalhar para Deus. A palavra da verdade, impressa, deve ser traduzida para diferentes línguas e levada aos confins da Terra.
Meu coração muitas vezes fica sobrecarregado porque tantos que poderiam trabalhar nada fazem. Agem como joguete das tentações de Satanás. De todo membro de igreja que possui conhecimento da verdade se espera que trabalhe enquanto é dia; porque vem a noite, quando ninguém poderá trabalhar. Em breve haveremos de compreender o que significa essa noite. O Espírito de Deus está sendo agravado a ponto de estar-Se retirando da Terra. As nações estão iradas umas contra as outras. Vastos preparativos de guerra estão sendo feitos. A noite está cada vez mais escura. Desperte a igreja e ponha-se a cumprir a obra que lhe foi confiada. Todo crente, mais instruído ou menos preparado, pode levar a mensagem.
Estende-se perante nós a eternidade. A cortina está para ser aberta. Em que estamos pensando, para que assim nos apeguemos ao nosso amor egoísta pela comodidade, enquanto por toda parte ao nosso redor perdidos estão a perecer? Ficou completamente calejado o nosso coração? Não podemos ver nem compreender que temos uma obra para fazer em favor de outros? Irmãos e irmãs, estamos nós entre os que, tendo olhos, não vêem, e tendo ouvidos, não ouvem? Foi em vão que Deus nos deu o conhecimento de Sua vontade? Foi em vão que Ele nos enviou advertência após advertência da proximidade do fim? Acreditamos nas declarações de Sua Palavra acerca do que está para sobrevir ao mundo? Acreditamos que os juízos de Deus impendem sobre os habitantes da Terra? Como, então, podemos ficar de braços cruzados, descuidosos e indiferentes? (T9, p. 26, 27).

ESPAÇO DA MEDITAÇAO 24/08/2009

Sexta-feira, 24 de agosto de 2009.

"Seis anos semearás o teu campo, e seis anos podarás a tua vinha, e colherás os seus frutos. Porém, no sétimo ano, haverá sábado de descanso solene para a terra, um sábado ao Senhor; não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha." Levítico 25:3, 4

A Festa dos Tabernáculos, ou da colheita, com suas ofertas dos pomares e campos, seus acampamentos durante uma semana em cabanas de ramos, suas reuniões sociais, seu sagrado culto comemorativo, e com a generosa hospitalidade aos obreiros de Deus, ou seja aos levitas do santuário e a Seus filhos, os estrangeiros e os pobres, reerguia todos os espíritos em gratidão para com Aquele que tinha coroado o ano da Sua beneficência e cujos caminhos destilam bênçãos.
Em cada ano era totalmente ocupado um mês desta maneira, pelo israelita devoto. Era um período isento de cuidados e trabalho e quase inteiramente dedicado, no mais estrito sentido, aos fins da educação.
Distribuindo a herança a Seu povo, era o intento de Deus ensinar-lhes, e por meio deles ao povo das gerações vindouras, princípios corretos a respeito da posse da terra. A terra de Canaã foi dividida entre o povo todo, excetuando-se apenas os levitas, como ministros do santuário. Conquanto qualquer um pudesse por algum tempo dispor de suas posses, não poderia transferir a herança de seus filhos. Ficava na liberdade de redimi-la em qualquer tempo que o pudesse fazer. Perdoavam-se as dívidas em cada sétimo ano e, no qüinqüagésimo, ou o ano do jubileu, toda propriedade territorial voltava ao seu dono original. Assim toda família estava garantida em suas posses, e havia uma salvaguarda contra os extremos ou da riqueza ou da pobreza. [...]
Uma providência mais vasta em favor da educação era a interrupção do trabalho agrícola a cada sétimo ano, ficando as terras abandonadas, sendo deixados aos pobres os seus produtos espontâneos. Assim se oferecia oportunidade para mais dilatado estudo, comunhão social e culto, bem como para o exercício da beneficência, tantas vezes excluída pelos cuidados e trabalhos da vida.
Fossem observados no mundo hoje os princípios das leis de Deus relativas à distribuição da propriedade, e quão diferente não seria a condição do povo! (Ed, p. 42-44).

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO 23/08/2009

Domingo, 23 de agosto de 2009.

"Louvem-no os Céus e a Terra, os mares e tudo quanto neles se move. Porque Deus salvará Sião e edificará as cidades de Judá, e ali habitarão e hão de possuí-la." Salmo 69:34, 35

A mesma energia criadora que trouxe o mundo à existência exerce-se ainda na manutenção do Universo e continuação das operações da natureza. A mão de Deus guia os planetas em sua marcha ordenada através dos céus. Não é por causa de uma força inerente que a Terra, ano após ano, continua seu movimento ao redor do Sol, e produz suas bênçãos. A Palavra de Deus governa os elementos. Ele cobre os céus de nuvens, e prepara a chuva para a Terra. Torna frutíferos os vales, e “faz produzir erva sobre os montes” (Sl 147:8).
É pelo Seu poder que a vegetação floresce, que as folhas aparecem e desabrocham as flores.
Todo o mundo natural destina-se a ser um intérprete das coisas de Deus. Para Adão e Eva, em seu lar edênico, a natureza estava repleta do conhecimento de Deus, cheia de instrução divina. Para seus ouvidos atentos ela como que ecoava a voz da sabedoria. A sabedoria falava aos olhos, e era recebida no coração; pois eles entretinham comunhão com Deus por meio de Suas obras criadas. Logo que o santo par transgrediu a lei do Altíssimo, o brilho da face de Deus apartou-se da face da natureza. A natureza está hoje arruinada e contaminada pelo pecado. As lições objetivas de Deus, porém, não estão obliteradas. Mesmo hoje, devidamente estudada e interpretada, ela [a natureza] fala de seu Criador.
Assim como a verdade divina é revelada nas Escrituras Sagradas, de igual modo é refletida, como por um espelho, na face da natureza; assim, pela criação, devemos conhecer o Criador. O livro da natureza é um grande guia que devemos usar em conexão com as Sagradas Escrituras, para ensinar a outros sobre Seu caráter e reconduzir ovelhas perdidas ao redil de Deus. Ao estudarmos as obras de Deus, o Espírito Santo faz raiar convicção na mente. [...]
A maneira mais eficaz de instruir os gentios que não conhecem a Deus é mediante Suas obras. Deste modo, muito mais facilmente do que por qualquer outro método, podem ser levados a compreender a diferença entre seus ídolos, obras de suas próprias mãos, e o verdadeiro Deus, Criador do céu e da Terra (SpTEd, p. 58-60).

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO 22/08/2009

Sábado, 22 de agosto de 2009
A GENEROSIDADE DA TERRA

"Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus." 2 Coríntios 9:10, 11

Assim como continuamente estamos recebendo as bênçãos de Deus, assim devemos nós estar continuamente dando. Quando o Benfeitor celeste deixar de nos dar, então poderemos ser desculpados; pois então nada teremos para dar. Deus nunca nos deixou sem nenhuma evidência de Seu amor, pelo fato de nos ter feito o bem. Ele nos dá chuva do céu e estações frutíferas, provendo-nos abundantemente com Sua generosidade e enchendo nosso coração de alegria. Ele declarou que “enquanto durar a Terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite” (Gn 8:22).
Cada momento somos mantidos pelo cuidado de Deus e sustentados pelo Seu poder. Ele enche nossa mesa de alimento. Dá-nos sono pacífico e refrigerador. Semanalmente traz-nos o sábado, a fim de que possamos descansar de nossos trabalhos temporais e adorá-Lo em Sua própria casa. Deu-nos Sua Palavra, para que fosse uma lâmpada para os nossos pés e uma luz para o nosso caminho. Nas suas sagradas páginas, encontramos sábios conselhos; e, sempre que a Ele elevamos nosso coração em contrição e fé, concede-nos as bênçãos de Sua graça. Acima de tudo, está o dom infinito do querido Filho de Deus, através do qual fluem todas as outras bênçãos para esta vida e para a vida vindoura.
Certamente que a bondade e a misericórdia nos seguirão a cada passo. Tão-somente quando desejarmos que o Pai infinito deixe de nos conceder as Suas bênçãos sobre nós, devemos nós impacientemente exclamar: Não há fim para o dar? Não devemos, apenas, devolver fielmente a Deus os nossos dízimos, que Ele reclama como Seus, mas também devemos trazer à Sua tesouraria um tributo como oferta de gratidão. Com coração alegre levemos ao nosso Criador as primícias de toda a Sua liberalidade – as nossas mais acariciadas posses, nosso melhor e mais santo serviço (RH, 9/2/1886).

ESPAÇO DA MEDITAÇAO 25/08/2009

Terça, 25 de agosto de 2009.


Os Direitos dos Pobres


"Ao Senhor pertence a Terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam." Salmo 24:1

“No mês sétimo, aos dez do mês, [...] no dia da expiação”, soava a trombeta do jubileu. Por toda a terra, onde quer que morasse o povo judeu, ouvia-se o som, convidando a todos os filhos de Jacó a darem as boas-vindas ao ano da remissão. No grande dia da expiação, oferecia-se reparação pelos pecados de Israel, e com verdadeira alegria o povo recebia o jubileu.
Como no ano sabático, não se devia semear nem colher, e tudo que a terra produzisse devia ser considerado propriedade lícita dos pobres. Certas classes de escravos hebreus – todos os que não recebiam liberdade no ano sabático – ficavam agora livres.
Mas aquilo que especialmente distinguia o ano do jubileu era a reversão de toda a propriedade territorial à família do possuidor original. Por determinação especial de Deus, a terra fora dividida por sorte. Depois que a divisão fora feita, ninguém tinha a liberdade de negociar sua terra. Tampouco devia vendê-la, a menos que a pobreza o compelisse a tal; e, então, quando quer que ele ou qualquer de seus parentes desejasse resgatá-la, o comprador não devia recusar-se a vendê-la; e, não sendo remida, reverteria ao seu primeiro possuidor ou seus herdeiros, no ano do jubileu.
O povo devia ser impressionado com o fato de que era a terra de Deus que se lhes permitia possuir por algum tempo; de que Ele era o legítimo possuidor, o proprietário original, e de que desejava se tivesse consideração especial pelos pobres e infelizes. A mente de todos devia ser impressionada com o fato de que os pobres têm tanto direito a um lugar no mundo de Deus como o têm os mais ricos.
Tais foram as disposições tomadas por nosso misericordioso Criador a fim de diminuir o sofrimento, trazer algum raio de esperança, lampejar uma réstia de luz na vida dos que são destituídos de bens e se acham angustiados (PP, p. 533, 534).

ESPAÇO DA MEDITAÇAO 21/08/09

Sexta-feira, 21 de agosto de2009

O ARTISTA MESTRE
"Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som." Salmo 19:2, 3
As coisas da natureza que agora contemplamos não nos dão senão uma fraca idéia da glória do Éden. O pecado manchou a beleza da Terra; podem-se ver em tudo os vestígios da obra do mal. Todavia, permanece muita coisa bela. A natureza testifica de que Alguém, infinito em poder, grande em bondade, misericórdia e amor, criou a Terra, enchendo-a de vida e alegria. Mesmo em seu estado defeituoso, todas as coisas revelam a mão-de-obra do Artista por excelência. Para onde quer que nos volvamos, podemos ouvir a voz de Deus, e ver testemunhos de Sua bondade. [...]
As montanhas eternas falam-nos de Seu poder. As árvores, agitando os verdes leques ao sol, e as flores em sua delicada beleza, apontam para seu Criador. O verde vivo, que atapeta a bronzeada terra, fala do cuidado de Deus para com a mais humilde de Suas criaturas. As profundezas do mar e as entranhas da terra revelam-Lhe os tesouros. Aquele que pôs as pérolas no oceano e a ametista e o crisólito entre as rochas é um amante do belo. O Sol que se ergue no firmamento é um representante dAquele que é a vida e a luz de todos quantos foram por Ele criados. Todo esplendor e beleza que adornam a Terra e abrilhantam os Céus falam de Deus. [...] Todas as coisas falam do Seu terno e paternal cuidado, e de Seu desejo de tornar felizes os Seus filhos.
A poderosa força que opera em toda a natureza, e sustém todas as coisas, não é, como fazem parecer alguns homens de ciência, unicamente um princípio que tudo penetra, uma energia. Deus é Espírito; é, todavia, um Ser pessoal; pois como tal Se tem Ele revelado: “O Senhor Deus é verdade; Ele mesmo é o Deus vivo e o Rei eterno” (Jr 10:10). [...]
A mão-de-obra de Deus na natureza não é o próprio Deus na natureza. As coisas da natureza são uma expressão do caráter e do poder de Deus; não devemos, porém, considerá-la como Deus. A habilidade artística das criaturas humanas produz obras muito belas, coisas que deleitam a vista; e essas coisas nos revelam algo de seu autor; a obra feita não é, no entanto, seu autor. Não é a obra, mas o obreiro, que é considerado digno de honra. Assim, ao passo que a natureza é uma expressão do pensamento de Deus, não é a natureza, mas o Deus da natureza que deve ser exaltado (CBV, p. 411-413

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO - 20/08/2009

Quinta-feira, 20 de agosto de 2009



"Eis que te purifiquei, mas não como a prata; provei-te na fornalha da aflição." Isaías 48:10

Os fogos da fornalha não se destinam a destruir, antes a refinar, enobrecer e santificar. Sem as provações não sentiríamos tanto nossa necessidade; e, conseqüentemente, nos tornaríamos orgulhosos e auto-suficientes. Nas provas que lhe estão sobrevindo, posso vislumbrar evidências de que os olhos do Senhor repousam sobre o irmão, e que Ele pretende aproximar você ainda mais de Si próprio. Não são os sadios, senão os enfermos, que necessitam de médico; são aqueles que procuram avançar para pontos quase insuportáveis os que necessitam de um ajudador.
O fato de ser-nos pedido que suportemos aflições prova que o Senhor Jesus vê em nós alguma coisa muito preciosa, que quer desenvolver. [...]
O ferreiro põe no fogo o ferro e o aço a fim de lhes provar a têmpera. O Senhor permite que Seus escolhidos sejam postos na fornalha da aflição, a fim de que Ele possa ver de que têmpera são feitos, e se Ele os pode moldar e adaptar para a Sua obra.
É possível que, para a formação de nosso caráter, muito trabalho seja ainda requerido e sejamos ainda pedra tosca que tem de ser burilada antes de poder preencher dignamente seu lugar no templo de Deus. Não devemos nos surpreender, pois, que, com o martelo e o cinzel, Deus Se ponha a desbastar as arestas para ocuparmos o lugar que nos destina. Ser humano algum pode efetuar essa obra. Só Deus a pode executar. E podemos estar certos de que nenhum golpe será dado em falso. Todos os Seus golpes são dados com amor, para a nossa felicidade perpétua. Ele conhece nossas fraquezas e trabalha para restaurar, não para destruir.
Se surgem provações que parecem inexplicáveis, não devemos permitir que nossa paz nos seja roubada. Conquanto sejamos tratados injustamente, não demonstremos raiva. Alimentando o espírito de represália, prejudicamo-nos a nós mesmos. Destruímos nossa confiança em Deus e entristecemos o Espírito Santo. Ao nosso lado está uma Testemunha, um Mensageiro celestial, que levantará o estandarte contra o inimigo. Ele nos envolverá com os brilhantes raios do Sol da Justiça. Além disso, Satanás não pode penetrar. Não pode atravessar esse escudo de luz sagrada (ST, 18/8/1909).

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO 19/08/09

Quarta-Feira, 19 de agosto de 2009.


Em Contato com a Natureza





O grande Mestre colocava Seus ouvintes em contato com a natureza, a fim de ouvirem a voz que fala em todas as coisas criadas; e quando o coração deles se sensibilizava e o espírito se achava numa disposição de receptividade, Ele os ajudava a interpretar os ensinos espirituais das cenas sobre que pousava seu olhar. As parábolas por meio de que gostava de ensinar lições da verdade mostram quão aberto se achava Seu espírito às influências da natureza, e como Ele Se deleitava em tirar os ensinos espirituais do ambiente da vida diária.
As aves do céu, os lírios do campo, o semeador e a semente, o pastor e as ovelhas – tais eram as coisas com que Cristo ilustrava a verdade imortal. Ele tirava também ilustrações dos acontecimentos da vida, fatos da experiência familiar aos ouvintes – o fermento, o tesouro escondido, a pérola, a rede de pescar, a moeda perdida, o filho pródigo, a casa na rocha, e na areia. Em Suas lições havia sempre algo que despertava o interesse das pessoas, que falava a todo coração. Assim, a lida diária, em vez de ser mera rotina de labutas, despojada de pensamentos elevados, iluminava-se e erguia-se pelas constantes lembranças de coisas espirituais e invisíveis.
Dessa maneira devemos ensinar. Que aprendam as crianças a ver na natureza uma expressão do amor e da sabedoria de Deus; que o pensamento a respeito dEle se entrelace com pássaros, flores e árvores; que todas as coisas visíveis se tornem para elas os intérpretes do invisível, e todos os acontecimentos da vida sejam os meios para o ensino divino.
Aprendendo elas assim as lições que há em todas as coisas criadas, e em todas as experiências da vida, mostrem que as mesmas leis que dirigem as coisas na natureza e os fatos da vida são as que nos governam; que foram dadas para o nosso bem, e que unicamente na obediência às mesmas podemos encontrar a verdadeira felicidade e êxito (Ed, p. 102, 103).

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO - 18/08/2009

Terça,18 de agosto de 2009.

Ilustrações da Natureza


"Qual entre todos estes não sabe que a mão do Senhor fez isto? Na Sua mão está a alma de todo ser vivente e o espírito de todo o gênero humano." Jó 12:9, 10

Assim, enquanto as crianças e jovens obtêm conhecimento dos fatos por meio de professores e livros, aprendam por si mesmos a tirar lições e discernir verdades. Nos seus trabalhos de jardinagem, interroguem-nos sobre o que aprendem com o cuidado das suas plantas. Olhando eles para uma bela paisagem, perguntem-lhes por que Deus vestiu os campos e os bosques com tais matizes formosos e variados. Por que não foi tudo colorido com um marrom sombrio? Quando colherem flores, façam-nos pensar por que Ele nos poupou essas belezas que desapareceram do Éden. Ensinem-nos a observar por toda parte na natureza as manifestas evidências do pensamento de Deus para conosco, e a maravilhosa adaptação de todas as coisas à nossa necessidade e felicidade.
Somente aquele que reconhece na natureza a obra de seu Pai, e que na riqueza e beleza da Terra lê a Sua escrita, é que aprende as mais profundas lições das coisas da natureza, e recebe seu mais elevado auxílio. [...]
Muitas ilustrações da natureza são empregadas pelos escritores da Bíblia; e, observando nós as coisas do mundo natural, habilitamo-nos, sob a guia do Espírito Santo, para compreender mais amplamente as lições da Palavra de Deus. É assim que a natureza se torna uma chave do tesouro da Palavra.
Devem-se animar as crianças a buscar na natureza objetos que ilustrem os ensinos da Bíblia, e estudar nesta as semelhanças tiradas daquela. Devem procurar, tanto na natureza como na Escritura Sagrada, todos os objetos que representem a Cristo, e também os que Ele empregou para ilustrar a verdade. Dessa maneira poderão aprender a vê-Lo na árvore e na videira, no lírio e na rosa, no Sol e na estrela. Poderão aprender a ouvir a Sua voz no canto das aves, no sussurro das árvores, no retumbante trovão, na música do mar. E todos os objetos na natureza lhes repetirão Suas preciosas lições.
Aos que assim se familiarizam com Cristo, a Terra jamais será um lugar solitário e desolado. Será a casa de seu Pai, repleta da presença dAquele que uma vez habitou entre os homens (Ed, p. 119, 120).

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO - 17/08/2009

Segunda,17 de agosto de 2009

Lições da Natureza


"Louvem o nome do Senhor, pois mandou Ele, e foram criados. E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará." Salmo 148:5, 6

Quão bela é a descrição que o salmista faz do cuidado de Deus pelas criaturas dos bosques: “Os altos montes são um refúgio para as cabras monteses, e as rochas, para os coelhos” (Sl 104:18). Ele envia as fontes a correrem por entre as colinas, onde os pássaros têm sua habitação, “cantando entre os ramos” (v. 12). Todas as criaturas dos bosques e colinas fazem parte de Sua grande família. Abre Sua mão e satisfaz “os desejos de todos os viventes” (Sl 145:16).
A águia dos Alpes é algumas vezes derrubada pela tempestade nos estreitos desfiladeiros das montanhas. A essa poderosa ave das florestas rodeiam nuvens tempestuosas, cujas negras massas a separam dos píncaros batidos de sol em que ela estabeleceu o lar. Parecem infrutíferos seus esforços para escapar. Bate aqui e acolá, açoitando o ar com as fortes asas, e despertando, com seus guinchos, ecos nas montanhas. Finalmente, com uma nota de triunfo, arremessa-se para cima e, cortando as nuvens, de novo se acha na clara luz solar, com a escuridão e tempestade muito abaixo.
Igualmente nos podemos achar rodeados de dificuldades, desânimo e trevas. Cercam-nos falsidade, calamidades, injustiças. Há nuvens que não podemos dissipar. Batemo-nos em vão com as circunstâncias. Há um meio de salvamento, e apenas um. Cerração e neblina cercam a terra; para além das nuvens resplandece a luz de Deus. Para a luz de Sua presença podemos ascender com as asas da fé.
Muitas são as lições que assim se podem aprender. A de confiança, pela árvore que, crescendo sozinha na planície ou ao lado da montanha, penetra profundamente suas raízes na terra, e sua força vigorosa desafia a tempestade. A lição do poder exercido pelas primeiras influências, a percebemos no tronco nodoso e informe, arqueado quando era um renovo, ao qual nenhum poder terrestre poderá restaurar a simetria perdida. O segredo de uma vida santa aprende-se do lírio aquático, que à tona de alguma poça viscosa, rodeado de ervas ruins e imundícias, penetra suas raízes nas puras areias abaixo e, dali derivando sua vida, ergue à luz as perfumadas flores, em pureza imaculada (Ed, p. 118, 119).



Fonte: http://www.mensagemevangelica.com.br/

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO - 16/08/2009

Domingo,16 de agosto de 2009

Um Mundo Mais Glorioso

"Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas." 2 Coríntios 4:18

A Terra e as coisas terrestres perecerão com o uso. Uns poucos anos passarão e a morte virá. Seu destino eterno será estabelecido, eternamente estabelecido. Se sua alma está perdida, o que lhe compensará essa perda? Cristo, o Doador da vida, o Redentor, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo mostra a você um mundo mais nobre. Ele o coloca ao alcance de sua visão. Leva-o ao limiar do Céu e o faz contemplar as glórias das realidades eternas, para que suas aspirações possam ser estimuladas a compreender o eterno peso de glória, acima de toda comparação. Ao contemplar cenas celestiais, começa a arder em seu coração o desejo de ter amizade com Deus e ser completamente reconciliado com Ele.
O trabalho do nosso Salvador é ajustar as reivindicações entre os interesses do Céu e os da Terra, colocar os deveres e as responsabilidades da vida que agora existe na devida relação com os que concernem à vida eterna. O temor e amor a Deus são as primeiras coisas que devem reivindicar nossa atenção. Não podemos deixar para amanhã aquilo que é de interesse da nossa alma. A vida que agora vivemos devemos viver pela fé no Filho de Deus. Somos redimidos dos elementos miseráveis do mundo com uma redenção que é total e completa. [...]
Mas em meio a esse mar de misericórdias, essa plenitude de amor divino, muitos corações continuam indiferentes, descuidosos e não impressionados pelas provisões da graça de Deus. Não devemos nós que alegamos ser cristãos fazer esforços para quebrar o encanto que Satanás lançou sobre essas pessoas? Devemos deixá-los continuar em dureza de coração, sem Deus e sem esperança no mundo? Não; mesmo que todo apelo que venhamos a fazer seja desprezado e recusado, não podemos cessar de orar por eles e de suplicar por sua salvação. Devemos fazer tudo o que pudermos, com o auxílio do Santo Espírito de Deus, para derrubar as barreiras através das quais eles procuram se tornar inconquistáveis à luz da verdade de Deus. Devemos procurar abrir seus olhos para sua cegueira, livrando-os do cativeiro de Satanás (ST, 17/7/1893).

Fonte: http://www.mensagemevangelica.com.br/

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO - 15/08/2009

Sábado,15 de agosto de 2009

A Energia de Deus Sustenta a Natureza


"Cantai ao Senhor com ações de graças; entoai louvores, ao som da harpa, ao nosso Deus, que cobre de nuvens os céus, prepara a chuva para a Terra, faz brotar nos montes a erva." Salmo 147:7, 8


Muitos ensinam que a matéria possui força vital: que certas propriedades são comunicadas à matéria, e que então fica ela a agir por meio de sua própria energia inerente; e que as operações da natureza são dirigidas de acordo com leis fixas, nas quais o próprio Deus não pode interferir. Isto é ciência falsa, e não é apoiado pela Palavra de Deus.
A natureza é serva de seu Criador. Deus não anula Suas leis, nem age contrariamente a elas; mas está continuamente a empregá-las como Seus instrumentos. A natureza testifica de uma inteligência, de uma presença, de uma energia ativa, que opera em suas leis e por meio das mesmas leis. Há na natureza a operação contínua do Pai e do Filho. [...]
A obra de Deus, da criação, está completa, mas a Sua energia ainda é exercida ao sustentar os objetivos de Sua criação. Não é porque o mecanismo, que uma vez fora posto em movimento, continue a agir por sua própria energia inerente que o pulso bate, que respiração se segue a respiração; mas cada respiração, cada pulsar do coração é uma prova daquele cuidado que tudo penetra, por parte dAquele em quem “vivemos, e nos movemos, e existimos” (At 17:28).
Não é por causa de um poder inerente que ano após ano a Terra produz seus dons, e continua seu movimento em redor do Sol. A mão de Deus guia os planetas, e os conserva em posição na sua marcha ordenada através dos céus. [...] É pelo Seu poder que a vegetação floresce, que as folhas aparecem e as flores desabrocham. [...] Sua palavra governa os elementos; e por Ele os vales se tornam férteis. [...] Ele cobre os céus de nuvens, e prepara a chuva para a terra. [...] Ele “faz brotar nos montes a erva”, [...] “dá a neve como lã e esparge a geada como cinza” (Sl 147:8, 16). “Ao som do seu trovão, as águas no céu rugem, e formam-se nuvens desde os confins da Terra. Ele faz os relâmpagos para a chuva e dos seus depósitos faz sair o vento” (Jr 10:13, NVI). [...]
Seu cuidado está sobre todas as obras de Suas mãos. Nada é tão grande que não possa ser dirigido por Ele, e nada tão pequeno para escapar a Sua atenção (ST, 20/3/1884).

ESPAÇO DA MEDITAÇÃO - 14/08/2009

Sexta, 14 de agosto

Lições das Árvores


"Fazes crescer a relva para os animais e as plantas, para o serviço do homem, de sorte que da terra tire o seu pão." Salmo 104:14

Em certo lugar estavam-se fazendo preparativos para limpar o terreno para a construção de um hospital. Foram instruídos de que há saúde no perfume dos pinheiros, dos cedros e dos abetos. E há várias outras espécies de árvores que têm propriedades medicinais e promovem a saúde.
Não sejam essas árvores cortadas desapiedadamente. É melhor mudar o local do prédio [sanatório] do que cortar essas árvores sempre verdes. Existem lições para nós nessas árvores. A palavra de Deus declara: “O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro no Líbano” (Sl 92:12). Davi diz: “Sou como a oliveira verdejante, na casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para todo o sempre” (Sl 52:8).
O cristão é comparado ao cedro do Líbano. Li que essa árvore faz mais que enviar para baixo algumas pequenas raízes na fofa terra argilosa. Faz penetrar vigorosas raízes profundamente na terra, e deita-as mais e mais longe, em busca de um sustentáculo ainda mais forte. E na feroz rajada da tempestade, ela fica firme, segura por sua rede de cabos subterrâneos.
Assim lança o cristão raízes profundas em Cristo. Ele tem fé em seu Redentor. Sabe em quem crê. Está plenamente convencido de que Jesus é o Filho de Deus e o Salvador dos pecadores. O agradável som do evangelho é recebido sem dúvidas conflitantes. As raízes da fé aprofundam-se. Os cristãos genuínos, como o cedro do Líbano, não se desenvolvem no solo da fofa superfície, mas estão firmados em Deus, presos nas fendas das rochas da montanha.
Estude essas lições das árvores. Eu poderia me demorar bastante neste assunto, mas não devo fazê-lo agora. Peço que não cortem os pinheiros, pois são uma benção a muitos. Deixem-nos viver.
Quero dizer a vocês, meus irmãos e irmãs, que têm as minhas orações e a minha simpatia em suas obras. Lembrem-se de que vocês são árvores no jardim do Senhor, e que a proteção divina está ao seu redor. Quanto mais visível a linha de demarcação entre as flores de Deus e o arbusto espinhoso plantado por Satanás, mais o Senhor é glorificado (SpM, p. 228, 229).


ESPAÇO DA MEDITAÇÃO - 13/08/2009

13 de agosto Quinta


Mensagens de Esperança


"Tu fazes rebentar fontes no vale, cujas águas correm entre os montes; dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos selvagens matam a sua sede." Salmos 104:10, 11
A natureza e a Revelação, ambas dão testemunho do amor de Deus. Nosso Pai celeste é a fonte de vida, de sabedoria e de felicidade. Contemplem as belas e maravilhosas obras da natureza. Considerem a sua admirável adaptação às necessidades e à felicidade, não só do homem, mas de todas as criaturas viventes. O sol e a chuva, que alegram e refrigeram a terra; as colinas, e mares e planícies – tudo nos fala do amor de quem tudo criou. É Deus quem supre as necessidades cotidianas de todas as Suas criaturas, como tão belamente o exprime o salmista nestas palavras: “Os olhos de todos esperam em Ti, e Tu lhes dás o seu mantimento a seu tempo. Abres a mão e satisfazes os desejos de todos os viventes” (Sl 145:15, 16).
Deus criou o homem perfeitamente santo e feliz; e a formosa Terra, ao sair das mãos do Criador, não apresentava nenhum vestígio de decadência ou sombra de maldição. [...]
Contudo, mesmo em meio dos sofrimentos que resultam do pecado, revela-se ainda o amor de Deus. Está escrito que Deus amaldiçoou a terra por causa do homem (Gn 3:17). Os espinhos e cardos – as dificuldades e provações que tornam a vida cheia de trabalhos e cuidados – foram designados para o seu bem, constituindo no plano de Deus uma parte da escola necessária para seu reerguimento da ruína e degradação que o pecado operou.
O mundo, embora caído, não é todo tristeza e miséria. Na própria natureza há mensagens de esperança e conforto. Há flores sobre os cardos, e os espinhos acham-se cobertos de rosas.
“Deus é amor” (1Jo 4:8), está escrito sobre cada botão que desabrocha, sobre cada haste de erva que brota. Os amáveis passarinhos, a encher de música o ar, com seus alegres trinos; as flores de delicados matizes, em sua perfeição, impregnando os ares de perfume; as altaneiras árvores da floresta, com sua luxuriante ramagem de um verde vivo – todos testificam da terna e paternal solicitude de nosso Deus, e de Seu desejo de tornar felizes os Seus filhos (CC, p. 9, 10)


JESUS TE DEIXOU ESTA MENSAGEM


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JESUS DEIXOU UM RECADO PRA VOCÊ, HOJE, LEIA COM ATENÇÃO



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Flash de Jesus, aqui!

Gripe Suína (Influenza A/H1N1)

O que é?

Uma gripe como outra qualquer, transmitida por um novo vírus denominado cientificamente Influenza A/H1N1.

Como se dá a transmissão?

Como uma gripe comum, por meio de tosse, espirro ou por contato com objetos contaminados. Não há registro de contaminação por ingestão de carne de porco.

Quais os sintomas?

Tosse e febre alta, mas há registro de dor de cabeça, dor no corpo, garganta inflamada, cansaço, falta de ar, diarréia e vômitos.


Quem pega?

Qualquer pessoa, especialmente quem viaja para países onde há maior registro da doença.

Quais as complicações?

A gripe pode evoluir para pneumonia ou um quadro de comprometimento pulmonar.

Há tratamento?

Como em qualquer gripe comum.

Há medicamento?

Sim. O Ministério da Saúde possui quantidade suficiente do medicamento e matéria-prima para produzir nove milhões de tratamentos.

Existe vacina?

Ainda não, mas muitos países já pesquisam. Acredita-se que ainda este ano poderá se chegar a ela.

Como me proteger?

Cubra o nariz e a boca quando espirrar ou tossir. Lave sempre as mãos com água e sabão. Evite aglomerações e locais pouco arejados.

Devo usar máscaras?

Somente por recomendação médica; O uso de máscaras é indicado para os médicos e profissionais da saúde.

Os casos vão aumentar?

Sim, como ocorre com qualquer gripe durante o inverno.

A AUTOMEDICAÇÃO É PREJUDICIAL À SAÚDE E EXTREMAMENTE ARISCADO PODENDO FAZER QUE O VÍRUS CRIE RESISTÊNCIA AOS MEDICAMENTOS UTILIZADOS EM SEU COMBATE.

Fonte: Site Uniube

PASSATEMPO EM FAMÍLIA

Aproveitando que as crianças estam de férias o Jornal Sekinah deste mês editou passatempos para a família. Por isso esse mês não terá o “Espaço das Crianças” e sim “da Família”.
Aproveite essa oportunidade para estarem mais próximos de seus filhos e façam algo divertido em família. Tirem um tempo para exercitar o Amor de Deus, mas lembre-se:
“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;” I Coríntios 13: 4-8

HUMOR (JORNAL SHEKINAH DE AGOSTO)


CURIOSIDADES BÍBLICAS (JORNAL SHEKINAH AGOSTO)

A palavra JEOVÁ aparece 6855 vezes na Bíblia, já a expressão “Não temas’ aparece 366 vezes o que dá uma expressão para cada dia do ano.
No livro Êxodo 15:23-25 você encontra a passagem que relata que as águas, por serem amargas, não serviam para o consumo, porém se tornaram doces.
Os livros da Bíblia que possuem apenas um capítulo são Obadias, Filemon, II e III João e Judas.
Os sete espíritos do senhor são 1. Espírito do Senhor, 2. Espírito de sabedoria, 3. Espírito de entendimento, 4. Espírito de conselho, 5. Espírito de fortaleza, 6. Espírito de conhecimento, 7. Temor do Senhor. (Isaías 11:2-3)

Vamos ler a Bíblia? A Bíblia contém 31.000 versículos e 1.189 capítulos. Para sua leitura ser completa, são necessárias 49 horas, a saber, 38 horas para a leitura do Velho Testamento e 11 horas para a do Novo Testamento. Para lê-la audivelmente, em velocidade normal de fala, são necessárias cerca de 71 horas. Se você deseja lê-la em 1 ano, deve ler apenas 4 capítulos por dia.
Por isso comece hoje mesmo esse desafio diário. APRENDA A MANUSEAR SUA ESPADA E CONSEQUENTEMENTE A ATACAR SEU INIMIGO.

SONDA-ME E USA-ME (JORNAL SHEKINAH AGOSTO)

Texto escrito por Daniela Aparecida, baseado no texto bíblico Isaías 6:8.
Muitas vezes quando pedimos a Deus para usar nossa vida e que queremos ser da maneira que Ele quer, não sabemos quão grande é o poder desta oração e como será transformada nossa vida. Achamos que a partir daquele momento seremos usados poderosamente, mas ao invés disto o Senhor começa a nos SONDAR, QUEBRANTAR, TIRAR de nós tudo que não O agrada e com isto começa o processo de MUDANÇA, aonde seremos TRATADOS das nossas feridas, das nossas dores. Este é um processo doloroso e ninguém se sente abençoado quando está sendo quebrantado, pois são tempos difíceis que passamos. Muitos não suportam e desanimam, pois olham as circunstâncias e se esquecem que no final terá a VITÓRIA.
Este processo pode ser menos doloroso quando aprendemos e entendemos, a cada passo, mais rápido, mas se no caminhar endurecemos, ele será pior, porque o que Deus começou, Ele não deixa pela metade.
Quando o profeta Isaías ouviu a voz do Senhor, logo ele se entregou e se dispôs dizendo: “Eis-me aqui, envia-me a mim.”
Foi o mesmo que dizer USA-ME e logo começou o processo de CURA, QUEBRANTAMENTO, LUTAS E VITÓRIAS, mas foi um homem abençoado e usado nas mãos do Senhor.
A cada experiência que temos com o Senhor, mais nós somos transformados, amadurecidos e preparados para o derramar de Deus sobre nós.
Deus nos leva a ter um coração como de criança e maturidade de adulto, leva-nos a dizer a nós mesmos, que sozinho não conseguiremos nada, porque nada somos.
Quando somos quebrantados podemos começar a compreender a natureza de Deus. A Bíblia nos diz: “Pois os meus pensamentos não são pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos... Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos, são mais altos do que os seus caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” (Isaías 55:8-9)
Os nossos olhos nos vêem pequenos, os olhos de Deus nos vêem grandes e cheios da Sua graça, usados pelo seu poder.
Só assim seremos usados, passando pelo processo do Senhor.
O Espírito Santo começou a falar no meu coração estas palavras.
Eu tenho sido quebrantada, perturbada, esmagada, mas aprendi a agradecer o que Deus tem feito e já fez na minha vida, no começo foi terrível, não aceitava, endureci, não ouvia, não obedecia, queria fazer a minha maneira. Até que um dia o ESPÍRITO SANTO falou claramente para mim, que era Ele que iria fazer e da Sua maneira, não da minha, e no Seu tempo e o melhor era OBEDECER, porque a obra que Ele tinha começado iria ser completada, por isso seria mais fácil RENDER por completo e DESCANSAR.
Me lembrei que um dia disse, eu, a Deus para usar minha vida da maneira que Ele quisesse. Ele ouviu e esta me preparando para isto, por isso pede a Ele todos os dias que me ajude a passar pelas provas e ser aprovada.
Não é fácil e não tem para onde correr, é VOCÊ e DEUS.
Cada lágrima, cada pancada do martelo, cada pedaço do meu ser, cada dor e desespero têm válido a pena, principalmente por saber em meu coração que Deus está no controle e está me fazendo uma NOVA CRIATURA e me alegro com isto.
Não só na minha vida, mas na vida de todos, Ele faz isto e a cada dia somos quebrantados, transformados para sermos cheios e usados pelo seu poder.
Hoje declaro todos os dias mesmo em meio as lutas para o Senhor me quebrantar, transformar e encher-me, pois quero ser usada da maneira que Ele quer e quero receber Dele o quanto for possível.

OBRIGADA JESUS!!!!!

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE AGOSTO


João 14:11-14

" ...Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para meu Pai.E tudo quanto me pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.Se pedirdes alguma coisa em meu nome, Eu o farei."

Descansai no Senhor teu Deus.

Ensina-me a estar mais perto de Ti, oh DEUS!

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